A Influência da autoestima no dia a dia.

Afinal de contas, o que é autoestima?

Dentre muitos autores, vamos encontrar que é gostar de si, valorizar-se!

Outros falam que é ser positivo, ter uma imagem positiva. Ainda temos que é acreditar em si, ser confiante! Acredito que a forma mais adequada que posso colocar é termos um autoconceito juntamente com o valor e sentimento que se tem de si mesmo (amor próprio e valorização), lembrando que é indispensável nesse aglomerado, a confiança demonstradas em pensamentos e comportamentos.

Tenho observado em minha prática profissional que a autoestima pode afetar diretamente o que fazemos na vida social, trabalho, estudos e se reflete claramente em uma boa parcela dos pacientes que passaram e passam por mim independentemente da idade ou sexo. Dependendo de como a sua autoestima estiver, o indivíduo terá mais facilidade nos contatos interpessoais como por exemplo no relacionamento familiar, conjugal, no trabalho e em se aproximar de outras pessoas para vínculos de amizades e/ou afetivos. Isso também diz muito em relação de como consegue agir quando se depara em situações adversas que a vida proporciona.

A baixa autoestima está intimamente ligada à dificuldade de autoaceitação e à falta de autoconhecimento. Indivíduos inseguros, que possuem dificuldade em aceitar os próprios erros e não conseguem reconhecer e valorizar seus potenciais, desenvolvem um grande medo da rejeição e têm o hábito de se comparar com outras pessoas. Uma pessoa que sofre de baixa autoestima não se sente capaz de realizar as coisas e, com isso, acaba perdendo inúmeras oportunidades de crescimento em vários âmbitos da vida, prejudicando o próprio desenvolvimento. Vou destacar alguns pontos que acredito que são importantes em relação aos sinais de baixa autoestima:

Hábito de sempre encontrar culpados para seus problemas ou erros;

Dificuldade de aceitar as próprias limitações;

Timidez em excesso;

Medo da rejeição;

Busca constante por elogios e reconhecimento externo;

Falta de confiança em si mesmo;

Tendência à procrastinação e preguiça;

Hábito de se comparar com outras pessoas;

Competitividade em excesso;

Falta de habilidade para lidar com críticas;

Sensação de incapacidade;

Necessidade de inferiorizar as pessoas;

Perfeccionismo;

Dificuldade para reconhecer as próprias vitórias e conquistas.

Para que seja controlada essa dificuldade de baixa autoestima sendo homem, mulher ou criança, o primeiro passo, então, é se conhecer melhor e colocar no seu dia a dia pequenas ações que ajudem como a pessoa se vê ou, no caso da criança, destacar as qualidades dela e como ela é capaz de realizar inúmeras tarefas por suas qualidades. Tire uma hora do dia para fazer o que

gosta, criar uma rotina de cuidados consigo mesmo, colocar no papel suas inseguranças para esvaziar um pouco essa pressão, meditar, colocar exercício físico em sua rotina, começar a observar suas qualidades (todos têm) e o que mais gosta em você, etc.

Mas claro, se além disso tudo não conseguir ter uma satisfação consigo e não houver melhorias, é essencial a procura de um profissional de psicologia, que saberá a melhor maneira de ajudar a lidar com tudo isso levando em consideração a sua particularidade e história de vida pessoal, levando em consideração que paciência é importantíssima, pois é um processo que precisa

ser lento, mas é recompensador, efetivo e causa mudanças drásticas na vida da pessoa que consegue elevar sua autoestima, compreendendo seus medos e limites e vendo que se cuidar e se amar é o segredo da felicidade.

Colunista:

Johny Santos

Psicólogo

A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.
Sigmund Freud

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